Uma nova, e durona, Liga da Justiça da América

De volta ao mainstream dos quadrinhos, temos novidades novas, como diz um velho amigo, sobre a sisuda e conservadora DC Comics.

Agora, o assunto dessa coluna de hoje é a melhor ideia que a DC Comics teve nos últimos tempos no que tange a uma equipe de heróis, ou melhor, nesse caso, anti-heróis. E ninguém menos do que o homem-morcego comandará essa equipe.

Depois dos eventos do meio barro meio tijolo Justice League vs Suicide Squad, o morcegão percebeu que o mundo precisa de um time de heróis menos divinos, mitológicos do que a Liga da Justiça só que não tão, digamos, perturbado quanto o Esquadrão Suicida. Assim, com essa ideia na cabeça e bilhões de dólares em seu bolso, Bruce Wayne saiu desse crossover meia boca e resolveu criar sua versão da “Justice League of America”, com uma bela escalação de desajustados e personagens durões.

Sob o comando de Batman estarão Killer Frost, a meta humana Caitlin Snow com poderes congelantes mas que precisa absorver a energia vital para sobreviver; Vixen, a modelo Mari que herdou o totem; Black Canary, Dinah Lance com poder de criar ondas ultrassônicas com sua voz e uma senhora lutadora; The Atom, não mais o professor Ray Palmer mas sim seu assistente Ryan Choi; The Ray, o jovem Ray Terrill que tem a capacidade de absorver a luz e manipulá-la e para terminar o caçador de recompensas alienígena com fator de cura Lobo.

Os responsáveis pelo projeto, Steve Orlando como mente criativa Ivan Reis e Joe Prado responsáveis pela arte, deixou uma ótima impressão de que não vai faltar a velha trindade tiro-porrada-e-bomba nessa nova série.

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